Paleorrotra

Bandeira paleorrota

O objetivo da Paleorrota e fomentar o turismo, a educação e a pesquisa nas áreas do Permiano e do triássico gaúcho. Tornar a região economicamente sustentável usando a receita da circulação de turistas para cobrir os custos com pesquisa e educação.

Atualmente menos de 10 mil turistas visitam a região por ano. Se cada gaúcho visitasse uma vez na vida o local, deveríamos ter 150 mil turistas anuais. Isso demonstra que o turismo esta sendo sub aproveitado e se compararmos aos 3 milhões de turistas que visitam Gramado e Canela ao ano, estes números ficam medíocres.

Cada turista gasta no mínimo R$ 200,00 quando visita o geoparque e 25% são convertidos em impostos. Com o aumento do turísmo, certamente muitos problemas sociais seriam resolvidos.

Os gaúchos necessitam de pessoas preparadas na administração destes recursos, usando o Projeto Rodovia dos Dinossauros.

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O nome Paleorrota é de uso público, sendo livre o uso para divulgar a região. É vetado o uso do nome para fins privados e comerciais. Esta medida é necessária pois há empresas fazendo uso indevido do nome Paleorrota.
Informe-se como usar o nome Paleorrota com Sergio Kaminski

segunda-feira, 28 de março de 2016

Apresentação da Lei para a Criação do Geoparque Paleorrota.

No dia 13 de março de 2016, foi apresentado publicamente na Rádio Gaúcha a lei para a criação do Geoparque Paleorrota e do Instituto Paleorrota. Segundo a Constituição Federal e Estadual, fóssil é um patrimônio cultural e como tal cabe a Secretaria de Cultura encaminhar a lei para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A ideia é que o Geoparque Paleorrtota tenha como unidade gestora, o Instituto Paleorrota. O instituto seria dirigido e administrados por pessoas da  iniciativa privada. Os projetos seriam subvencionados e deliberados pelo Estado e pelos 41 municípios do geoparque. A fiscalização ficaria sob responsabilidade da população do geoparque.

O geoparque também teria um Código de Ética que determinaria a atuação dos Museus, Paleontólogos, Parques Paleontológicos e Agencias de Turismo, para garantir a preservação do fósseis e garantir a qualidade no atendimento dos turistas paleontológicos.

A lei foi levada ao conhecimento de Miriam Sartori Rodrigues,  diretora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (IPHAE).  Aguardamos um posicionamento do Secretário de Estado da Cultura Victor Hugo Alves da Silva.

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